Você já percebeu que, em períodos de estresse ou ansiedade, fica mais difícil manter a alimentação equilibrada? No verão, isso pode ficar ainda mais evidente: rotina corrida, calor intenso, menos disposição e mais vontade por alimentos rápidos e calóricos.
O que muitas pessoas não sabem é que ansiedade e estresse não afetam apenas o emocional, mas também o metabolismo, os hormônios e o comportamento alimentar.
Como o estresse interfere no peso corporal
Quando o corpo está sob estresse constante, ele libera maiores quantidades de cortisol, conhecido como o hormônio do estresse. Em níveis elevados e prolongados, o cortisol pode:
- Aumentar o apetite, especialmente por doces e carboidratos
- Favorecer o acúmulo de gordura abdominal
- Prejudicar a qualidade do sono
- Dificultar a perda de peso, mesmo com dieta e exercício
Além disso, o estresse crônico pode reduzir a motivação para atividades físicas e estimular escolhas alimentares menos conscientes.
Ansiedade e comportamento alimentar
A ansiedade muitas vezes está ligada ao chamado comer emocional. Nesse cenário, a comida deixa de ser apenas uma fonte de energia e passa a funcionar como alívio momentâneo para emoções como tensão, cansaço ou frustração.
Entre os sinais mais comuns estão:
- Comer sem fome real
- Beliscar ao longo do dia
- Dificuldade em perceber saciedade
- Culpa após comer
Esse ciclo pode impactar diretamente o processo de emagrecimento.
Sono, ansiedade e metabolismo
Outro ponto importante é o sono. Ansiedade e estresse costumam prejudicar o descanso noturno, e noites mal dormidas influenciam diretamente os hormônios da fome, como grelina e leptina, aumentando o apetite no dia seguinte.
No verão, com dias mais longos e calor intenso, essa desregulação pode se intensificar.
Estratégias que ajudam no dia a dia
Algumas atitudes simples podem auxiliar no controle do estresse e, consequentemente, no processo de emagrecimento:
- Manter horários regulares para refeições
- Priorizar alimentos mais naturais e equilibrados
- Criar uma rotina de sono mais organizada
- Praticar atividades que reduzam a tensão, como caminhadas, alongamentos ou momentos de pausa
- Buscar apoio profissional quando necessário
Pequenas mudanças consistentes fazem diferença ao longo do tempo.
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Lembre-se: cada organismo é único. A automedicação pode trazer riscos. Por isso, antes de usar qualquer medicação ou suplemento, converse com um profissional de sua confiança.
Fontes
Ministério da Saúde
– Saúde Mental e Bem-estar
Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM)
– Cortisol, estresse e metabolismo
Harvard Health Publishing
– Stress and weight gain

